85% das pessoas que têm vertigens têm disfunções vestibulares periféricas e cerca de metade dos casos de vertigens são de etiologia desconhecida (In Carol Mattson Porth, Pathophysiology: concepts of altered health states, página 1444-5, 8ª edição, Wolters Kluwer Health/Lippincott Williams & Wilkins. 2009.)
Temos investigado e participado em congressos internacionais sobre estes temas, estamos em posição privilegiada para podermos ajudar.
O conhecimento anatómico e fisiológico do sistema vestibular e a prática clínica na resolução de disfunções vestibulares pode beneficiar os pacientes desde a primeira consulta.
O nosso organismo tem vários sistemas de avaliação do equilíbrio e da postura.
No ouvido interno encontram-se os órgãos vestibulares que avaliam as acelerações angulares e lineares da cabeça.
O estimulo destas estruturas depende da posição da endolinfa, liquido que irriga os canais semi-circulares e o vestíbulo.
Os estereocílios das ampolas ao serem arrastados pela endolinfa informam a posição dos canais semi-circulares no espaço e comunicam com outras estruturas nomeadamente com o cerebelo, tálamo, ganglios de base, formação reticular e com os motoneurónios periféricos.
Os estereocilios e kinocílios do utrículo e do sáculo são também estimulados pela endolinfa nas máculas do vestíbulo após ocorrerem acelerações lineares da cabeça.
Esta informação é processada pelos núcleos vestibulares e comparada com a proveniente de outros órgãos nomeadamente aquela que decorre da visão, mais especificamente dos pares cranianos (III, IV, VI).
Podemos ajudar a tratar de vertigens, tonturas e desequilíbrios com origem nos órgãos vestibulares!
Temos métodos específicos de tratamento com resultados percetíveis desde a primeira consulta!
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